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Muita gente só descobre que tem a doença quando os sintomas já estão avançados ou quando surge alguma complicação.
A boa notícia é que com diagnóstico precoce e acompanhamento adequado, o diabetes pode ser controlado, garantindo vida longa e com qualidade.
O Diabetes Mellitus ocorre quando o corpo não consegue usar corretamente o açúcar que circula no sangue.
Isso acontece por dois motivos principais:
A insulina é essencial para levar a glicose para dentro das células, onde ela vira energia.
Quando esse processo falha, a glicose fica alta na corrente sanguínea e começa a causar danos a vários órgãos.
Sim — e cada vez mais.
O avanço da obesidade, do sedentarismo e da alimentação rica em ultraprocessados também contribuem para esse aumento.
Existem vários tipos, mas os mais comuns são:
Autoimune — o corpo destrói as células que produzem insulina.
Normalmente aparece na infância ou adolescência
O mais frequente, especialmente em idosos.
Está ligado a hábitos de vida, genética, obesidade e outras doenças como hipertensão.
Alguns remédios aumentam o açúcar no sangue, como:
corticoides, diuréticos e certos antipsicóticos.
Quando a glicose está elevada, mas ainda não no nível de diabetes.
É um sinal de alerta — e pode ser controlado com mudanças de hábitos.
Em muitos casos, o diabetes não dá sintomas, principalmente o tipo 2.
Por isso, exames de rotina são tão importantes.
Quando os sintomas aparecem, podem incluir:
Se você tem algum desses sintomas, procure um médico.
Os principais exames são:
A hemoglobina glicada é um dos mais importantes, pois mostra como está o controle da glicose nos últimos 3 meses.
A glicose alta constante pode causar danos sérios no corpo, como:
Por isso, controlar o diabetes não é apenas “baixar a glicose”:
é proteger o coração, os rins, o cérebro e os nervos.
Sim.
Com mudanças de hábitos, o pré-diabetes pode regredir e o risco de evoluir para diabetes diminui bastante.
As principais medidas são:
Em alguns casos, o médico pode indicar metformina, especialmente quando há maior risco.
Melhora a ação da insulina, reduz glicose e colesterol e ajuda no controle do peso.
O médico define a frequência ideal de acordo com o tipo de diabetes e o tratamento.
Pacientes diabéticos têm maior risco de feridas, infecções e alterações de sensibilidade.
Essencial para ajustar medicações e prevenir complicações.
Há várias opções de tratamento, desde remédios orais até insulina.
A escolha depende do tipo de diabetes e do perfil do paciente.
Os principais medicamentos são:
O importante é que o tratamento seja individualizado e acompanhado de perto, especialmente no idoso, que muitas vezes usa vários medicamentos ao mesmo tempo.
É uma das complicações mais perigosas, principalmente para idosos.
Ocorre quando a glicemia fica muito baixa.
Todos os diabéticos devem saber reconhecer os sinais e agir rapidamente.
Com tratamento adequado e mudanças de hábito, o paciente com diabetes pode ter uma vida longa, ativa e saudável.
O mais importante é ter acompanhamento regular com um geriatra, que consegue avaliar todo o contexto: medicamentos, alimentação, outras doenças, risco cardiovascular e fragilidade.
Quando o diabetes é bem controlado, o risco de complicações cai drasticamente.